Miráglia deferiu o pedido de recuperação no dia 5 de outubro. Na decisão, foram determinadas blindagem e suspensão das ações de cobrança contra grupo. O plano para retomada econômica deve ser apresentado em 60 dias. A recusa de Pereira não foi justificada nos autos.
Conforme a ação, a intenção é preservar os postos de empregos diretos e saldar uma dívida de cerca R$ 100 milhões com fornecedores, bancos e outros, além de seguir com a execução de mais de R$ 200 milhões em contratos. Uma das causas da crise seria a exposição política do fundador do grupo, o atual prefeito de Cuiabá, Mauro Mendes, especialmente depois da sua inclusão na investigação denominada Ararath.
Ainda segundo os autos, para ilustrar o momento ruim, o requerente afirma que o grupo concretizou um faturamento, em 2014, de R$ 321,7 milhões, quando a previsão era de R$ 440 milhões, fechando o ano com prejuízo contábil e financeiro, levando as empresas a tomarem ações como devolução de obras e redução de custos.
Cumprindo o plano de recuperação, os credores terão o prazo de trinta dias para manifestarem a sua objeção ao projeto da devedora.
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